A crise da memória na educação
A tão badalada decoreba está com os seus dias contados no universo de nossas Escolas! Estamos como que decretando a morte da memorização no ensino-aprendizagem dos alunos. Durante muito tempo, este método levou muitos alunos a sofrer nos bancos das Escolas e Universidades, dificultando muitas vezes formar uma consciência crítica e aberta à imaginação, à criação.
Com o avanço da tecnologia e com as novas mídias ocupando o tempo e o espaço de nossas vidas, memorizar informações parece ser quase desnecessário hoje em dia. Vivemos uma crise da memória principalmente na educação. Mais ainda, estamos a mercê de inúmeros recursos que nos eximem de vasculhar os anais de nossa memória. Se queremos guardar dados que iremos precisar futuramente, utilizamos várias alternativas tais como: cds, dvds, pendrives, HDs externos ou nosso próprio PC com memórias gigantescas.
Esse assunto tem a ver com o famoso tempo no qual estamos vivendo, a era das informações velozes. Estamos pulverizados de informações a todo instante. Quando menos esperamos, somos logo acometidos por uma enxurrada de informações que nos colocam de imediato no contexto. Seria como se o virtual nos pusesse de volta no real. Que coisa! À medida que somos tomados pelo virtual, vem logo uma informação e nos derruba para o real.
Estava estes dias, por ocasião do dia do Repórter, assistindo a uma entrevista do jornalista Tino Marcos da Rede Globo, no Programa “Redação Sportv”, ao afirmar que o repórter, diferentemente de há vinte anos, não tem mais tanto prazer em ir atrás da notícia, do fato, do ocorrido. Isso já não importa tanto, pois as informações, as notícias estão chegando rapidamente via celular pela internet ,“on line”, 24 horas por dia, sem que se precise correr aonde elas estão. Mas o desafio do repórter hoje mudou, é importante agora sua competência no contar bem a história. Aquele que contar melhor a notícia sai na frente e sua matéria sai estampada nas principais páginas dos jornais, sites e blogs.
Ora, se na imprensa muita coisa mudou com o avanço das mídias, o que dizer então da Educação, uma área que se alimenta de conhecimento, de dados informativos para o ganho formativo da humanidade.
Como disse, as informações em nosso dia a dia estão cada vez mais disponíveis na memória de um aparelho celular, no PC e no “Google”. Sendo assim, qual o destino de nossa própria memória? Para que decorar uma imensa quantidade de dados, se o acesso às informações está mais democrático, e se podemos contar com aparelhos de memórias portáteis?
Frente a isso a Profª. Viviane Mosé discute com propriedade as imensas transformações que caracterizam o mundo contemporâneo e quais a suas inferências na Educação. Afinal, o que se torna fundamental aprender? Que tipo de conteúdos a escola deve ensinar?
Para Viviane Mosé, numa sociedade em que cada vez mais as máquinas fazem o trabalho manual e mental, resta a atividade em que o homem é imprescindível e essencial: criar. Inovação, criatividade, atitude, são moedas de alto valor na sociedade que se configura. Além disso, com as constantes inovações, próprias da era tecnológica, é fundamental aprender a aprender, para que o processo educativo permaneça depois da escola. A invasão de informações também deve ser filtrada e processada, por isto é essencial desenvolver métodos de pesquisa. Estas são algumas das inúmeras questões que precisamos pensar, quando educamos no mundo contemporâneo.
Portanto, a memória ou a decoreba não é mais um sinal de avanço na Educação, porque há aparelhos que agora fazem esta função com muito mais qualidade, no entanto é fundamental educar para os valores, educar na formação da opinião e na criação de conceitos necessários à vida em todos os seus aspectos. Uma máquina não pode valorar, criar, imaginar, inovar, ter atitudes. Isso sim, ela não pode fazer: Que seja possível formar um homem sábio!
Prof. Jackislandy Meira de Medeiros Silva
Licenciado em Filosofia pela UERN e
Especialista em Metafísica pela UFRN
sexta-feira, 29 de abril de 2011
INDIVIDUO, SER HUMANO E PESSOA.
Texto com as palavras INDIVIDUO, SER HUMANO E PESSOA.
Individuo? Representante de espécie, Ex: Cão.
Pessoa? Se opõe a individuo, a coisa anormal, de modo distinto. Ainda com essa distância o termo pessoa se aproxima do termo ser humano, mas não se superpõe a ele.
Existem entre as crenças da nossa cultura na consciência humana pessoas não humanas, sobre-humanas, o mais correto seria chama-los de seres não de pessoas, é o caso dos santos, pessoas angélicas ou diabólicas. Há ainda seres que apesar de nos darem idéias de humanos não são pessoas como nós, este é o caso por exemplo do ser humano de neanderthal.
O termo humano remete-se a algo no sentido ético deste termo.
Ser humano não é a mesma coisa que pessoa, como tão pouco ser humano é o mesmo que cidadão.
Ser humano é um termo genético ou indeterminado!
Pessoa é um termo especifico com o mundo, com as constelações de valores morais, éticos e jurídicos de uma civilização. Cabe entender o conceito de ser humano ao lado do conceito de pessoa, o conceito pessoa era como um resultado de um processo vinculado a libertação, ao menos teórica, de escravos e não como em conceito zoológico, biológico e mental.
Portanto, ao nos referirmos ao indivíduo da espécie humana merecedor da consideração ontológica e ética devemos dizer Pessoa, não apenas, Ser Humano, Homem, menos ainda Indivíduo e muito menos ainda Elemento.
Eu Nadine Mireski autorizo a reprodução do trabalho intitulado " Individuo, Ser Humano e Pessoa" no website: http://cantinhodofilsofo.blogspot.com/.
Individuo? Representante de espécie, Ex: Cão.
Pessoa? Se opõe a individuo, a coisa anormal, de modo distinto. Ainda com essa distância o termo pessoa se aproxima do termo ser humano, mas não se superpõe a ele.
Existem entre as crenças da nossa cultura na consciência humana pessoas não humanas, sobre-humanas, o mais correto seria chama-los de seres não de pessoas, é o caso dos santos, pessoas angélicas ou diabólicas. Há ainda seres que apesar de nos darem idéias de humanos não são pessoas como nós, este é o caso por exemplo do ser humano de neanderthal.
O termo humano remete-se a algo no sentido ético deste termo.
Ser humano não é a mesma coisa que pessoa, como tão pouco ser humano é o mesmo que cidadão.
Ser humano é um termo genético ou indeterminado!
Pessoa é um termo especifico com o mundo, com as constelações de valores morais, éticos e jurídicos de uma civilização. Cabe entender o conceito de ser humano ao lado do conceito de pessoa, o conceito pessoa era como um resultado de um processo vinculado a libertação, ao menos teórica, de escravos e não como em conceito zoológico, biológico e mental.
Portanto, ao nos referirmos ao indivíduo da espécie humana merecedor da consideração ontológica e ética devemos dizer Pessoa, não apenas, Ser Humano, Homem, menos ainda Indivíduo e muito menos ainda Elemento.
Eu Nadine Mireski autorizo a reprodução do trabalho intitulado " Individuo, Ser Humano e Pessoa" no website: http://cantinhodofilsofo.blogspot.com/.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Conclusão
A lagoa continua recebendo esgoto sem tratamento através de dois canais apesar da ETE Barueri da Sabesp estar situado bem próximo a este local.
Considero que é necessário diferenciar a turbidez decorrente de poluentes orgânicos anaeróbios (ex. Tietê e Pinheiros) em suspensão da turbidez causada por partículas coloidais de terra. O primeiro dificulta muito a fotossíntese, na maioria dos casos chega a extinguir a luz, albedo zero. O segundo (ex: rio Atibaia barrenta) permite a fotossíntese em toda a lâmina d’água pelo efeito Tyndall e movimento Browniano estudado por Einstein, possibilitando assim o surgimento dos microorganismos fotossintetizantes e aeróbios que efetuam a fitodepuração da água.
A presença de um pouco de mata hidropônica, nas margens e no meio da lagoa, é de fundamental importância, elas servem de substrato para microorganismos e de berçário para organismos maiores como os guarus e sapos e que servem de alimento para organismos maiores ainda como as garças.
Considero que chegou o momento de corrigirmos esta grande injustiça cometida contra os portos de areia (extração mineraria como um todo) e reconhecermos o seu verdadeiro valor econômico, social e ambiental. Repetindo, os portos poderiam, inclusive, armazenar águas nos períodos chuvosos, em suas lagoas para, no período de estiagem liberar essas águas para os rios ou, até mesmo, captação direta para abastecimento.
Referências
Com esta referência procuro demonstrar a importância dos colóides do solo (partículas de terra), argilas e siltes, para os microorganismos que cuidam da água e produzem os nossos alimentos. Há muitas outras referências disponíveis na net.
http://www.fam.br/microrganismos/protozoologia_introducao.htm
Introdução aos Protozoários
Os protozoários são importantes para a fertilidade dos solos e do plâncton por excretam amônia e fosfato, em altas taxas, como subprodutos de seu metabolismo. Estudos têm demonstrado que a presença de protozoários no solo incrementa o crescimento de plantas. Alimentando-se de bactérias do solo e de ambientes aquáticos, os protozoários regulam a densidade das populações microbianas, que assim se mantêm em estado ativo de crescimento, o que aumenta a taxa em que as bactérias reciclam a matéria orgânica. Os protozoários são de fundamental importância para a reciclagem de nutrientes essenciais para o plâncton marinho tanto por consumirem cerca da metade do fitoplâncton quanto por excretarem nitrogênio e fosfato.
Protozoários são muito importantes em processos de tratamento de esgotos e efluentes industriais. Em ambos os casos, após os resíduos sólidos terem sido removidos, o líquido remanescente é aerado e decomposto por microrganismos aeróbicos que consomem resíduos orgânicos em suspensão. Efluentes limpos são produzidos na presença grandes comunidades de protozoários ciliados por consumirem ativamente bactérias presentes no fluido e por terem a habilidade de flocularem partículas de matéria e de bactérias em suspensão. Provavelmente, desempenhem funções similares na despoluição de ecossistemas naturais. Existem evidências de que por alimentarem-se de bactérias que degradam petróleo, os protozoários incrementam as taxas de crescimento bacteriano acelerando, desta forma, a degradação do petróleo em acidentes de derramamento de óleo.
Outras referências estão contidas nos outros artigos propositivos:
Fenômenos biológicos e as Estações de Tratamento de Esgotos
http://www.redeaguape.org.br/desc_artigo.php?cod=43
Renascimento do Projeto Billings 2ª parte – Fenômenos Naturais Envolvidos”
http://www.uniagua.org.br/website/default.asp?tp=1&pag=cont_050407.htm
Entrar no site de busca http://www.google.com.br/ com os seguintes títulos:
Renascimento do Projeto Billings - Milagre Ponunduva
Renascimento do projeto Billings – Salvinias no braço rio Grande
Renascimento do Projeto Billings – Barragem de Pirapora Perda de água por ação microbiana
Renascimento do Projeto Billings - Uma questão de Justiça
Renascimento do Projeto Billings – Intemperismo das rochas
Considero que é necessário diferenciar a turbidez decorrente de poluentes orgânicos anaeróbios (ex. Tietê e Pinheiros) em suspensão da turbidez causada por partículas coloidais de terra. O primeiro dificulta muito a fotossíntese, na maioria dos casos chega a extinguir a luz, albedo zero. O segundo (ex: rio Atibaia barrenta) permite a fotossíntese em toda a lâmina d’água pelo efeito Tyndall e movimento Browniano estudado por Einstein, possibilitando assim o surgimento dos microorganismos fotossintetizantes e aeróbios que efetuam a fitodepuração da água.
A presença de um pouco de mata hidropônica, nas margens e no meio da lagoa, é de fundamental importância, elas servem de substrato para microorganismos e de berçário para organismos maiores como os guarus e sapos e que servem de alimento para organismos maiores ainda como as garças.
Considero que chegou o momento de corrigirmos esta grande injustiça cometida contra os portos de areia (extração mineraria como um todo) e reconhecermos o seu verdadeiro valor econômico, social e ambiental. Repetindo, os portos poderiam, inclusive, armazenar águas nos períodos chuvosos, em suas lagoas para, no período de estiagem liberar essas águas para os rios ou, até mesmo, captação direta para abastecimento.
Referências
Com esta referência procuro demonstrar a importância dos colóides do solo (partículas de terra), argilas e siltes, para os microorganismos que cuidam da água e produzem os nossos alimentos. Há muitas outras referências disponíveis na net.
http://www.fam.br/microrganismos/protozoologia_introducao.htm
Introdução aos Protozoários
Os protozoários são importantes para a fertilidade dos solos e do plâncton por excretam amônia e fosfato, em altas taxas, como subprodutos de seu metabolismo. Estudos têm demonstrado que a presença de protozoários no solo incrementa o crescimento de plantas. Alimentando-se de bactérias do solo e de ambientes aquáticos, os protozoários regulam a densidade das populações microbianas, que assim se mantêm em estado ativo de crescimento, o que aumenta a taxa em que as bactérias reciclam a matéria orgânica. Os protozoários são de fundamental importância para a reciclagem de nutrientes essenciais para o plâncton marinho tanto por consumirem cerca da metade do fitoplâncton quanto por excretarem nitrogênio e fosfato.
Protozoários são muito importantes em processos de tratamento de esgotos e efluentes industriais. Em ambos os casos, após os resíduos sólidos terem sido removidos, o líquido remanescente é aerado e decomposto por microrganismos aeróbicos que consomem resíduos orgânicos em suspensão. Efluentes limpos são produzidos na presença grandes comunidades de protozoários ciliados por consumirem ativamente bactérias presentes no fluido e por terem a habilidade de flocularem partículas de matéria e de bactérias em suspensão. Provavelmente, desempenhem funções similares na despoluição de ecossistemas naturais. Existem evidências de que por alimentarem-se de bactérias que degradam petróleo, os protozoários incrementam as taxas de crescimento bacteriano acelerando, desta forma, a degradação do petróleo em acidentes de derramamento de óleo.
Outras referências estão contidas nos outros artigos propositivos:
Fenômenos biológicos e as Estações de Tratamento de Esgotos
http://www.redeaguape.org.br/desc_artigo.php?cod=43
Renascimento do Projeto Billings 2ª parte – Fenômenos Naturais Envolvidos”
http://www.uniagua.org.br/website/default.asp?tp=1&pag=cont_050407.htm
Entrar no site de busca http://www.google.com.br/ com os seguintes títulos:
Renascimento do Projeto Billings - Milagre Ponunduva
Renascimento do projeto Billings – Salvinias no braço rio Grande
Renascimento do Projeto Billings – Barragem de Pirapora Perda de água por ação microbiana
Renascimento do Projeto Billings - Uma questão de Justiça
Renascimento do Projeto Billings – Intemperismo das rochas
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Cultura Contemporânea:
E.E.B ESTANISLAU SCHUMANN
Professor: Ademir Luiz dos Santos
Matéria: Filosofia
Série: 2ª1
Alunos: Régius A. Kachimareck, Nadine Mireski, Ana C. Machado Massaneiro, Luis C. Damaso da Silveira, Lélio do Prado.
Introdução:
A humanidade busca desde sua gênese respostas para questões das mais simples (como a origem dos fenômenos naturais), até as mais complexas (Qual é a procedência de tudo? O que é real? Qual é nosso propósito? ). Por meio destes questionamentos, geramos a chamada Filosofia. À medida que filosofamos, geramos cultura, é esse saber cultural que nos transforma, enobrece e contribui para nossa evolução. O mundo em que vivemos, das telecomunicações, da internet, dos programas espaciais, da física quântica, ou da medicina de alta tecnologia é um exemplo claro do quanto evoluímos e da abundância cultural que geramos.
Entretanto, essa evolução não ocorre de um momento para outro, leva tempo, pois é necessária uma modificação social. Esse tempo passou a ser definido em diversos períodos, pois a cada momento, diversas transformações e criações surgiam, estas, muitas vezes são voltadas a uma determinada área do conhecimento, devido ao fato de estarem muito próximas cronologicamente, o que as leva a refletir sobre uma mesma “fase” pela qual a sociedade passa.
Atualmente a história cultural humana esta dividida em: Cultura Grega, Cultura Medieval, Cultura moderna e Cultura Contemporânea.
Sendo Cultura temporânea a temática sobre a qual esta obra irá basear-se.
Cultura Contemporânea:
A cultura contemporânea, também chamada de pós-moderna, foi um movimento de revoluções e avanços científicos e filosóficos que se compreende entre o século XIX e a atualidade, tendo início a partir da Revolução Francesa (1789 d.C.).O inicio da época contemporânea é particularmente especial pelo fato de ter criado as bases da sociedade atual.
Sociedade contemporânea (séculos XIX e XX):
Assim como em todas as eras conhecidas, o conjunto de pessoas que forma a sociedade possui sua forma de pensar e agir, então, para melhor compreendermos a sociedade que deu origem a cultura contemporânea, precisamos entender que fatos estavam a ocorrer:
Consolidação do regime capitalista que consequentemente gerou disputas por matéria-prima mercados e consumidores;
Revolução Industrial, juntamente com um crescimento desordenado das cidades graças ao êxodo rural;
As ciências foram valorizadas, principalmente por uma corrente filosófica iluminista, pois a partir daquele momento elas ajudariam a humanidade descobrindo novos conhecimentos;
Inicia-se a chamada globalização por meio de transportes cada vez mais velozes e por meios de comunicação eficientes (Computadores, telefone, TV, etc.).
Posteriormente, eclodem a 1ª e 2ª Guerras Mundiais, que propiciam um maior acrescentamento da produção intelectual e cultural global.
Produção cultural:
Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Portanto, fazem parte da cultura de um povo atividades e manifestações como: música, teatro, língua falada e escrita, mitos, arquitetura, filosofia, etc.
Com o capitalismo em plena expansão, e com a ciência recebendo notoriedade, a humanidade passou a ter um aumento em sua produção cultural, já que a partir desse momento, nosso modo de pensar se encaminha para o qual usamos hoje, o uso da razão (Como exemplo de descoberta, temos a teoria da Relatividade, do Físico Albert Einstein).
Características culturais:
A cultura contemporânea caracteriza-se pela flexibilização das fronteiras entre erudito e popular, tradição e novidade, cultura letrada e cultura oral, cultura regional e cultura global, cultura dominante e cultura dominada. Caracteriza-se também pela fragmentação entre múltiplas afiliações, preferências, papéis sociais, etnias, gêneros e assim por diante.
A filosofia contemporânea:
A filosofia é uma disciplina que estuda os fundamentos de nossas convicções. No entanto, enquanto as ciências estabelecem um corpo sólido de conhecimentos e verdades a partir do qual passam a se desenvolver, a filosofia não alcança os mesmos resultados, entretanto, isso se deve ao fato de que a partir do momento que a duvida filosófica desparece, ela passa a ser ciência isso é uma característica marcante de filosofia contemporânea, um exemplo, foi a lei da gravidade descoberta por Isaac Newton, onde o questionamento do porque que os corpos caem, deu origem a uma certeza.
Particularidades da filosofia contemporânea:
A filosofia, como todos os outros estudos, visa em primeiro lugar ao conhecimento. O conhecimento a que ela aspira é o tipo de conhecimento que dá unidade e sistematiza o corpo das ciências, e que resulta de um exame crítico dos fundamentos de nossas convicções, preconceitos e crenças, consequentemente, a filosofia transforma-se em ciência e estas geram cultura, é de fundamental importância citar-se as principais características filosóficas contemporâneas:
Valorização da ciência e extensão do método científico a outras disciplinas.
As correntes filosóficas que predominam no período são o positivismo (muito próximo do campo científico) e o socialismo em todas as suas formas, no contexto da Filosofia política.
Desdobramento do idealismo kantiano.
A psicologia e a sociologia se separam da Filosofia e se tornam ciências independentes, dando início à formação das ciências humanas.
Principais pensadores do período contemporâneo e suas teses fundamentais:
Hipótese Filósofo(s) :
Evolucionismo: Darwin.
Positivismo: Comte. Taine. Stuart Mill. Spencer.
Pragmatismo: Wiliam James. Dewey. Pierce.
Idealismo: Fichte. Schelling. Shopenhauer. Hegel.
Socialismo: Saint-Simon. Fourier. Owen. Proudhon. Feuerbach. Marx. Engels.
Fenomenologia: Brentano. Husserl. Schiller. Hartmann.
Lingüística: Suassure.
Psicanálise: Freud.
Filósofos independentes: Kierkegard. Nietzsche.
A cultura popular:
Entende-se como cultura popular, todo o material que tem uma abrangência a uma maior gama de pessoas, ela marca profundamente a cultura contemporânea pelo fato de abranger os meios de comunicação que aplicam tecnologia cientifica e a lógica filosófica em seu funcionamento. A cultura popular é de vital importância para sociedade atual, pois, boa parte do processo criativo é voltado para este gênero.
Foi no decorrer da era contemporânea que surgiu a chamada cultura do entretenimento, que oferece o mundo como espetáculo constante, a ser consumido e descartado a cada novo momento, propiciando a falta de reflexão, a imitação de padrões às vezes inadequados às necessidades sociais do grupo ou pessoais, a confusão entre realidade e ficção. Como exemplo, podemos citar a eleição a cargos públicos de tantos profissionais do entretenimento, sejam eles cantores, atores de cinema etc. É com essa falta de pensamento critico que devemos preocupar-nos, pois só assim dares o respeito necessário ao conhecimento que já foi produzido, bem como, criaremos e evoluiremos rumo a uma sociedade melhor.
Conclusão:
Após a analise desta obra podemos concluir que cultura é um fenômeno social humano que é extremamente diversificado e abrange as mais diversas sociedades e conhecimentos.
A cultura contemporânea em especial tem um papel de destaque, pois é nela que estão contidos os elementos que definem e alteram a sociedade atual. Fica evidente também a extensa produção intelectual desse período, podemos dizer que o sistema educacional atual é um resultado direto do processo cultural iniciado no século XIX.
Os acontecimentos e características da era contemporânea nos mostram quão importante é o papel da filosofia e das demais ciências e o quanto estes comprometem o mundo a se redor.
Por fim o que fica evidente é o questionamento sobre para qual rumo cultural e social a humanidade esta a direcionar-se e sobre como nossas decisões irão afetar o futuro.
Bibliografia:
http://educacao.uol.com.br/filosofia/filosofia-contemporanea-2-fenomenologia existencialismo.jhtm
http://www.misteriosantigos.com/cultura_contemp.htm
http://www.orixas.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21&Itemid=60
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/cultura.htm
http://www.alunosonline.com.br/filosofia/o-que-e-cultura/
http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/
http://palma.no.sapo.pt/indexfranc.htm
http://educacao.uol.com.br/filosofia/historia-da-filosofia-antiga-medieval-moderna-e-contemporanea.jhtm
http://www.metodista.br/filosofia/pesquisa/saiba-mais/filosofia-contemporanea
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090904073308AAjufzk
http://www.suapesquisa.com/filosofia/
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=34254.0
Nós, Régius A. Kachimareck, Nadine Mireski, Ana C. Machado Massaneiro, Luis C. Damaso da Silveira e Lélio do Prado autorizamos a reprodução do trabalho intitulado "Cultura Contemporânea" no website: http://cantinhodofilsofo.blogspot.com/.
Professor: Ademir Luiz dos Santos
Matéria: Filosofia
Série: 2ª1
Alunos: Régius A. Kachimareck, Nadine Mireski, Ana C. Machado Massaneiro, Luis C. Damaso da Silveira, Lélio do Prado.
Introdução:
A humanidade busca desde sua gênese respostas para questões das mais simples (como a origem dos fenômenos naturais), até as mais complexas (Qual é a procedência de tudo? O que é real? Qual é nosso propósito? ). Por meio destes questionamentos, geramos a chamada Filosofia. À medida que filosofamos, geramos cultura, é esse saber cultural que nos transforma, enobrece e contribui para nossa evolução. O mundo em que vivemos, das telecomunicações, da internet, dos programas espaciais, da física quântica, ou da medicina de alta tecnologia é um exemplo claro do quanto evoluímos e da abundância cultural que geramos.
Entretanto, essa evolução não ocorre de um momento para outro, leva tempo, pois é necessária uma modificação social. Esse tempo passou a ser definido em diversos períodos, pois a cada momento, diversas transformações e criações surgiam, estas, muitas vezes são voltadas a uma determinada área do conhecimento, devido ao fato de estarem muito próximas cronologicamente, o que as leva a refletir sobre uma mesma “fase” pela qual a sociedade passa.
Atualmente a história cultural humana esta dividida em: Cultura Grega, Cultura Medieval, Cultura moderna e Cultura Contemporânea.
Sendo Cultura temporânea a temática sobre a qual esta obra irá basear-se.
Cultura Contemporânea:
A cultura contemporânea, também chamada de pós-moderna, foi um movimento de revoluções e avanços científicos e filosóficos que se compreende entre o século XIX e a atualidade, tendo início a partir da Revolução Francesa (1789 d.C.).O inicio da época contemporânea é particularmente especial pelo fato de ter criado as bases da sociedade atual.
Sociedade contemporânea (séculos XIX e XX):
Assim como em todas as eras conhecidas, o conjunto de pessoas que forma a sociedade possui sua forma de pensar e agir, então, para melhor compreendermos a sociedade que deu origem a cultura contemporânea, precisamos entender que fatos estavam a ocorrer:
Consolidação do regime capitalista que consequentemente gerou disputas por matéria-prima mercados e consumidores;
Revolução Industrial, juntamente com um crescimento desordenado das cidades graças ao êxodo rural;
As ciências foram valorizadas, principalmente por uma corrente filosófica iluminista, pois a partir daquele momento elas ajudariam a humanidade descobrindo novos conhecimentos;
Inicia-se a chamada globalização por meio de transportes cada vez mais velozes e por meios de comunicação eficientes (Computadores, telefone, TV, etc.).
Posteriormente, eclodem a 1ª e 2ª Guerras Mundiais, que propiciam um maior acrescentamento da produção intelectual e cultural global.
Produção cultural:
Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Portanto, fazem parte da cultura de um povo atividades e manifestações como: música, teatro, língua falada e escrita, mitos, arquitetura, filosofia, etc.
Com o capitalismo em plena expansão, e com a ciência recebendo notoriedade, a humanidade passou a ter um aumento em sua produção cultural, já que a partir desse momento, nosso modo de pensar se encaminha para o qual usamos hoje, o uso da razão (Como exemplo de descoberta, temos a teoria da Relatividade, do Físico Albert Einstein).
Características culturais:
A cultura contemporânea caracteriza-se pela flexibilização das fronteiras entre erudito e popular, tradição e novidade, cultura letrada e cultura oral, cultura regional e cultura global, cultura dominante e cultura dominada. Caracteriza-se também pela fragmentação entre múltiplas afiliações, preferências, papéis sociais, etnias, gêneros e assim por diante.
A filosofia contemporânea:
A filosofia é uma disciplina que estuda os fundamentos de nossas convicções. No entanto, enquanto as ciências estabelecem um corpo sólido de conhecimentos e verdades a partir do qual passam a se desenvolver, a filosofia não alcança os mesmos resultados, entretanto, isso se deve ao fato de que a partir do momento que a duvida filosófica desparece, ela passa a ser ciência isso é uma característica marcante de filosofia contemporânea, um exemplo, foi a lei da gravidade descoberta por Isaac Newton, onde o questionamento do porque que os corpos caem, deu origem a uma certeza.
Particularidades da filosofia contemporânea:
A filosofia, como todos os outros estudos, visa em primeiro lugar ao conhecimento. O conhecimento a que ela aspira é o tipo de conhecimento que dá unidade e sistematiza o corpo das ciências, e que resulta de um exame crítico dos fundamentos de nossas convicções, preconceitos e crenças, consequentemente, a filosofia transforma-se em ciência e estas geram cultura, é de fundamental importância citar-se as principais características filosóficas contemporâneas:
Valorização da ciência e extensão do método científico a outras disciplinas.
As correntes filosóficas que predominam no período são o positivismo (muito próximo do campo científico) e o socialismo em todas as suas formas, no contexto da Filosofia política.
Desdobramento do idealismo kantiano.
A psicologia e a sociologia se separam da Filosofia e se tornam ciências independentes, dando início à formação das ciências humanas.
Principais pensadores do período contemporâneo e suas teses fundamentais:
Hipótese Filósofo(s) :
Evolucionismo: Darwin.
Positivismo: Comte. Taine. Stuart Mill. Spencer.
Pragmatismo: Wiliam James. Dewey. Pierce.
Idealismo: Fichte. Schelling. Shopenhauer. Hegel.
Socialismo: Saint-Simon. Fourier. Owen. Proudhon. Feuerbach. Marx. Engels.
Fenomenologia: Brentano. Husserl. Schiller. Hartmann.
Lingüística: Suassure.
Psicanálise: Freud.
Filósofos independentes: Kierkegard. Nietzsche.
A cultura popular:
Entende-se como cultura popular, todo o material que tem uma abrangência a uma maior gama de pessoas, ela marca profundamente a cultura contemporânea pelo fato de abranger os meios de comunicação que aplicam tecnologia cientifica e a lógica filosófica em seu funcionamento. A cultura popular é de vital importância para sociedade atual, pois, boa parte do processo criativo é voltado para este gênero.
Foi no decorrer da era contemporânea que surgiu a chamada cultura do entretenimento, que oferece o mundo como espetáculo constante, a ser consumido e descartado a cada novo momento, propiciando a falta de reflexão, a imitação de padrões às vezes inadequados às necessidades sociais do grupo ou pessoais, a confusão entre realidade e ficção. Como exemplo, podemos citar a eleição a cargos públicos de tantos profissionais do entretenimento, sejam eles cantores, atores de cinema etc. É com essa falta de pensamento critico que devemos preocupar-nos, pois só assim dares o respeito necessário ao conhecimento que já foi produzido, bem como, criaremos e evoluiremos rumo a uma sociedade melhor.
Conclusão:
Após a analise desta obra podemos concluir que cultura é um fenômeno social humano que é extremamente diversificado e abrange as mais diversas sociedades e conhecimentos.
A cultura contemporânea em especial tem um papel de destaque, pois é nela que estão contidos os elementos que definem e alteram a sociedade atual. Fica evidente também a extensa produção intelectual desse período, podemos dizer que o sistema educacional atual é um resultado direto do processo cultural iniciado no século XIX.
Os acontecimentos e características da era contemporânea nos mostram quão importante é o papel da filosofia e das demais ciências e o quanto estes comprometem o mundo a se redor.
Por fim o que fica evidente é o questionamento sobre para qual rumo cultural e social a humanidade esta a direcionar-se e sobre como nossas decisões irão afetar o futuro.
Bibliografia:
http://educacao.uol.com.br/filosofia/filosofia-contemporanea-2-fenomenologia existencialismo.jhtm
http://www.misteriosantigos.com/cultura_contemp.htm
http://www.orixas.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21&Itemid=60
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/cultura.htm
http://www.alunosonline.com.br/filosofia/o-que-e-cultura/
http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/
http://palma.no.sapo.pt/indexfranc.htm
http://educacao.uol.com.br/filosofia/historia-da-filosofia-antiga-medieval-moderna-e-contemporanea.jhtm
http://www.metodista.br/filosofia/pesquisa/saiba-mais/filosofia-contemporanea
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090904073308AAjufzk
http://www.suapesquisa.com/filosofia/
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=34254.0
Nós, Régius A. Kachimareck, Nadine Mireski, Ana C. Machado Massaneiro, Luis C. Damaso da Silveira e Lélio do Prado autorizamos a reprodução do trabalho intitulado "Cultura Contemporânea" no website: http://cantinhodofilsofo.blogspot.com/.
QUEM É A MULHER, AFINAL?
QUEM É A MULHER, AFINAL?
O dia 8 de março é o "Dia Internacional da Mulher", lembrando evento que teve lugar em 1857, quando representantes do sexo feminino – CORAJOSAS - protestaram por não estarem recebendo, no trabalho, o retorno que lhes era devido. De forma COVARDE, morreram queimadas, pois foram mantidas trancadas na fábrica, em pleno incêndio.
Seguramente, passados anos e anos, as condições são outras, e não poucas mulheres lideram empreendimento, conduzem indústrias e ensinam aos homens como vencer na vida.
Um dia de comemoração é, contudo, muito pouco. Reconhecer que as mulheres ocuparam espaço no trabalho, nas artes, na política, na ciência é, ainda, muito pouco.
Reconhecer isto é bom. A mulher tem uma expressão que não depende do que faz, dos lugares que ocupa, das metas que conquista, ela é em si mesma.
Deus ao criar a mulher não estava colocando sobre sua responsabilidades tarefas, não exigiu comportamento singular, mas estabeleceu simplesmente:
Disse o Senhor Deus: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjuntora que lhe corresponda”. (Gênesis 2:18).
Isto não significa que ela seria mera companheira - solícita - aguardando a orientação do homem, nem teria função meramente de criar vida, pois Adão já era formado. Na verdade, ela significava a razão do próprio homem, que, sem ela, estaria fragilizado, incompleto, sem razão de ser.
Uma mulher somente deixa de exercer este papel quando não se conscientiza dele, e os homens não desfrutam da real vantagem de ter uma companheira quando pensam só neles próprios e esquecem o que elas representam.
Não é sem razão que o sábio Salomão nos diz:
“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis”. (Provérbios 31:10).
Como a mulher consegue? Viaja, estuda, vai ao cinema, leva as crianças para o inglês, trabalha, tem reunião às 15h. Dirige, escolhe o cardápio, vai ao banco, olha os e-mails, mais 40 minutos de esteira, vai ao shopping, tem tempo para unhas e cabelo. Faz supermercado, lê um livro, liga para a mãe, faz suas orações. Companheira, irmã, amiga, colega, esposa, namorada. Singular e única.
REFERÊNCIA
Disponível em:
http://www.webartigos.com/articles/15134/1/Quem-e-a-mulher-afinal/pagina
Eu Karine Pereira e Suzana Furda da 3ª I do Felícitas autorizamos o professor Ademir a postar nosso trabalho em seu blog.
O dia 8 de março é o "Dia Internacional da Mulher", lembrando evento que teve lugar em 1857, quando representantes do sexo feminino – CORAJOSAS - protestaram por não estarem recebendo, no trabalho, o retorno que lhes era devido. De forma COVARDE, morreram queimadas, pois foram mantidas trancadas na fábrica, em pleno incêndio.
Seguramente, passados anos e anos, as condições são outras, e não poucas mulheres lideram empreendimento, conduzem indústrias e ensinam aos homens como vencer na vida.
Um dia de comemoração é, contudo, muito pouco. Reconhecer que as mulheres ocuparam espaço no trabalho, nas artes, na política, na ciência é, ainda, muito pouco.
Reconhecer isto é bom. A mulher tem uma expressão que não depende do que faz, dos lugares que ocupa, das metas que conquista, ela é em si mesma.
Deus ao criar a mulher não estava colocando sobre sua responsabilidades tarefas, não exigiu comportamento singular, mas estabeleceu simplesmente:
Disse o Senhor Deus: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjuntora que lhe corresponda”. (Gênesis 2:18).
Isto não significa que ela seria mera companheira - solícita - aguardando a orientação do homem, nem teria função meramente de criar vida, pois Adão já era formado. Na verdade, ela significava a razão do próprio homem, que, sem ela, estaria fragilizado, incompleto, sem razão de ser.
Uma mulher somente deixa de exercer este papel quando não se conscientiza dele, e os homens não desfrutam da real vantagem de ter uma companheira quando pensam só neles próprios e esquecem o que elas representam.
Não é sem razão que o sábio Salomão nos diz:
“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis”. (Provérbios 31:10).
Como a mulher consegue? Viaja, estuda, vai ao cinema, leva as crianças para o inglês, trabalha, tem reunião às 15h. Dirige, escolhe o cardápio, vai ao banco, olha os e-mails, mais 40 minutos de esteira, vai ao shopping, tem tempo para unhas e cabelo. Faz supermercado, lê um livro, liga para a mãe, faz suas orações. Companheira, irmã, amiga, colega, esposa, namorada. Singular e única.
REFERÊNCIA
Disponível em:
http://www.webartigos.com/articles/15134/1/Quem-e-a-mulher-afinal/pagina
Eu Karine Pereira e Suzana Furda da 3ª I do Felícitas autorizamos o professor Ademir a postar nosso trabalho em seu blog.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Título:Globalização/Século XXI
E.E.B.Estanislu Schumann
Professor: Ademir Luiz dos Santos
Alunas:Evelise;
Francismara;
Graziele;
Karla.
Introdução
GLOBALIZAÇÃO é um processo social que atua no sentido de uma mudança na estrutura política e econômica das sociedades, ocorrendo em ondas, com avanços e retrocessos separados por intervalos que podem durar séculos.Podemos citar alguns como exemplo,Imprério Romano,Grandes Descobertas do século XIV e XV,Pós Guerras Napoleônicas,e Pós Segunda Guerra Mundial.
Desenvolvimento
A Globalização é uma noção imprecisa para designar o processo de mundialização do capital que caracteriza a nova etapa do desenvolvimento capitalista no limiar do século XXI.
Também é uma fase sócio-histórica qualitativamente nova do capitalismo mundial que não pode ser identificada apenas com o processo de constituição do mercado mundial, que ocorre desde o século XV, nem pode ser identificada apenas com o imperialismo, uma fase superior do capitalismo, que se desenvolve desde os primórdios do século XX.
A Globalização é um renascimento capaz de produzir uma revolução mundial nos planos de produção, produtividade e riqueza, impondo aos países e seus governantes uma realidade à qual devem se ajustar implacavelmente ou morrer no ostracismo da história.
A globalização sob o aspecto da conveniência do consumidor, pode significar conforto e interesse econômico, porque permite obter produtos de qualidade a preços diferenciados.
Do ponto de vista social, a globalização apresenta sinais de ser cada vez menos inclusiva, homogeinadora ou convergente, aumentando a polarização entre países e classes quanto à distribuição de riqueza, renda e emprego.
Na verdade, é uma etapa superior do mercado mundial e do imperialismo sob a predominância do capital financeiro que tende a promover um deslocamente qualitativo no movimento de conjunto da economia e da reprodução sistêmica do capitalismo mundial.
A globalização como mundialização do capital coloca, antes de tudo, novos e prementes desafios para a humanidade no limiar do século XXI.
Conclusão
Com a revolução das comunicações, o processo de globalização tornou-se mais rápido, além de ter se tornado mais abrangente, envolvendo não só o comércio e capitais, mas também telecomunicações, finanças e serviços antes cobertos por várias formas de proteção.
Após a queda do muro de Berlim restou apenas o império americano, mas até quando?
O fato de ainda sermos um país em construção, apresenta uma dupla vantagem: não repetir os erros deles e construir um país preservando a nossa cultura e nossos valores. Nossos problemas ainda são muitos e só poderemos solucioná-los com criatividade, através da educação e da informação.
Referencias Bibliográficas
Esse texto foi elaborado através de uma pesquisa realizada nos seguintes site:
http://porentresesmos.blogspot.com
www.correiodacidadania.com.br
www.sato.adm.br
Nós Evelise;Francismara;Graziele e Karla, autorizamos a postagem do nosso trabalho no Blog.
Professor: Ademir Luiz dos Santos
Alunas:Evelise;
Francismara;
Graziele;
Karla.
Introdução
GLOBALIZAÇÃO é um processo social que atua no sentido de uma mudança na estrutura política e econômica das sociedades, ocorrendo em ondas, com avanços e retrocessos separados por intervalos que podem durar séculos.Podemos citar alguns como exemplo,Imprério Romano,Grandes Descobertas do século XIV e XV,Pós Guerras Napoleônicas,e Pós Segunda Guerra Mundial.
Desenvolvimento
A Globalização é uma noção imprecisa para designar o processo de mundialização do capital que caracteriza a nova etapa do desenvolvimento capitalista no limiar do século XXI.
Também é uma fase sócio-histórica qualitativamente nova do capitalismo mundial que não pode ser identificada apenas com o processo de constituição do mercado mundial, que ocorre desde o século XV, nem pode ser identificada apenas com o imperialismo, uma fase superior do capitalismo, que se desenvolve desde os primórdios do século XX.
A Globalização é um renascimento capaz de produzir uma revolução mundial nos planos de produção, produtividade e riqueza, impondo aos países e seus governantes uma realidade à qual devem se ajustar implacavelmente ou morrer no ostracismo da história.
A globalização sob o aspecto da conveniência do consumidor, pode significar conforto e interesse econômico, porque permite obter produtos de qualidade a preços diferenciados.
Do ponto de vista social, a globalização apresenta sinais de ser cada vez menos inclusiva, homogeinadora ou convergente, aumentando a polarização entre países e classes quanto à distribuição de riqueza, renda e emprego.
Na verdade, é uma etapa superior do mercado mundial e do imperialismo sob a predominância do capital financeiro que tende a promover um deslocamente qualitativo no movimento de conjunto da economia e da reprodução sistêmica do capitalismo mundial.
A globalização como mundialização do capital coloca, antes de tudo, novos e prementes desafios para a humanidade no limiar do século XXI.
Conclusão
Com a revolução das comunicações, o processo de globalização tornou-se mais rápido, além de ter se tornado mais abrangente, envolvendo não só o comércio e capitais, mas também telecomunicações, finanças e serviços antes cobertos por várias formas de proteção.
Após a queda do muro de Berlim restou apenas o império americano, mas até quando?
O fato de ainda sermos um país em construção, apresenta uma dupla vantagem: não repetir os erros deles e construir um país preservando a nossa cultura e nossos valores. Nossos problemas ainda são muitos e só poderemos solucioná-los com criatividade, através da educação e da informação.
Referencias Bibliográficas
Esse texto foi elaborado através de uma pesquisa realizada nos seguintes site:
http://porentresesmos.blogspot.com
www.correiodacidadania.com.br
www.sato.adm.br
Nós Evelise;Francismara;Graziele e Karla, autorizamos a postagem do nosso trabalho no Blog.
Cultura Contemporânea: O trabalho
E.E.B ESTANISLAU SCHUMANN
Profº:Ademir Luiz dos Santos
Grupo:Aline Schroeder,Giséli Panfi,l
Jaqueline Carvalho de Lima,
Veridiana Michéski
Cultura Contemporânea:
O trabalho
Introdução
Cultura Contemporânea
A cultura contemporânea, também chamada de pós-moderna, caracteriza-se pela flexibilização das fronteiras entre erudito e popular, tradição e novidade, cultura letrada e cultura oral, cultura regional e cultura global, cultura dominante e cultura dominada. Caracteriza-se também pela fragmentação entre múltiplas afiliações, preferências, papéis sociais, etnias, gêneros e assim por diante.
A cultura do livro, da leitura de um texto, que demanda um tempo de trabalho visando à compreensão das idéias do autor, um tempo emocional para entrar no universo aberto pela história e pela temática, vem sendo substituída pela cultura que se poderia chamar de audiovisual: em parte, uma cultura oral, passada de boca em boca, comentada em cada esquina, repetida por muitos; em parte, uma cultura visual, da imagem. Esse modo cultural contemporâneo é sustentado pelo entretenimento, pela publicidade, mas também pela moda, que oferece, com rapidez, aquilo que se poderia desejar sem demandar grandes esforços. Por exemplo, no videoclipe, o que importa é que nos entreguemos ao desfile de imagens e sons, às eventuais emoções que eles possam suscitar, sem precisar procurar um fio narrativo ou tentar estabelecer ligações de sentido entre letra, imagem e som.
A cultura do entretenimento, ao oferecer o mundo como espetáculo constante, a ser consumido e descartado a cada novo momento, propicia a falta de reflexão, a imitação de padrões às vezes inadequados às necessidades sociais do grupo ou pessoais, a confusão entre realidade e ficção. Como exemplo, podemos citar a eleição a cargos públicos de tantos profissionais do entretenimento, sejam eles cantores, atores de cinema, ou apresentadores de programas sensacionalistas de rádio ou de televisão, como o caso de Afanásio Jazadi (eleito deputado estadual por São Paulo em 1986) que se promoveu à custa de exibir o mundo do crime.
A publicidade também projeta, por meio de imagens e trilhas sonoras, aquilo que gostaríamos de ser, mesmo que não o sejamos. Sempre se pode usar o produto, em lugar da qualidade anunciada. E, nessa tarefa, a moda também ajuda a projetar a imagem que se faz de si mesmo ou que gostaríamos que os outros fizessem de nós. O que não se pode esquecer, entretanto, é que a imagem, apesar de mais concreta do que a palavra, é certamente mais ambígua, e seu sentido precisa ser interpretado com cuidado. A imagem se apresenta no espaço e pode ser percebida em um relance, em um instante. Entretanto, para que sua leitura seja mais completa e profunda, precisamos de tempo para analisá-la. Quais são os valores que a imagem projeta? Que elementos ali presentes compõem a mensagem? Como eles se articulam entre si, ou com os textos verbal e musical? O que dizem do contexto de produção? Como se ligam ao contexto de consumo?
A cultura contemporânea é plural, oferece inúmeras possibilidades de identificações diferentes, simultâneas ou não. Será ela, contudo, mais democrática? Ou será que só cria a ilusão de inclusão, de permissão de múltiplas escolhas? Devemos sempre nos lembrar que, para escolher livremente, precisamos conhecer as alternativas e o que elas significam em termos de direitos, deveres e conseqüências.
Trabalho ao longo dos anos
Ao longo da história da humanidade, variando com o nível cultural e com o estágio evolutivo de cada sociedade, o trabalho tem sido percebido de forma diferenciada.No começo dos tempos, o trabalho era a luta constante para sobreviver.
Na Antiguidade, não existia a noção de emprego. A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizador-escravo. Podemos tomar as três civilizações mais influentes de sua época e que influenciaram o Ocidente com sociedades escravistas, a epípcia, a grega e a romana. Nessa época, todo o trabalho era feito por escravos. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam por seus serviços. Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.
Na Idade Média também não havia a noção de emprego. A relação trabalhista da época era a relação senhor-servo. A servidão é diferente da escravidão, já que os servos são ligeiramente mais livres que os escravos. Um servo podia sair das terras do senhor de terras e ir para onde quisesse, desde que não tivesse dívidas a pagar para o senhor de terras. Na servidão, o servo não trabalha para receber uma remuneração, mas para ter o direito de morar nas terras do seu senhor. Também não existe qualquer vínculo contratual entre os dois, mesmo porque senhor e servo eram analfabetos.
Na Idade Moderna as coisas começam a mudar. Nessa época, existiam várias empresas familiares que vendiam uma pequena produção artesanal, todos os membros da família trabalhavam juntos para vender produtos nos mercados; não podemos falar de emprego nesse caso. Além das empresas familiares, havia oficinas com muitos aprendizes que recebiam moradia e alimentação em troca e, ocasionalmente, alguns trocados. É por essa época que começa a se esboçar o conceito de emprego.
Com o advento da Revolução Industrial, êxodo rural, concentração dos meios de produção, a maior parte da população não tinha nem ferramentas para trabalhar como artesãos. Sendo assim, restava às pessoas oferecer seu trabalho como moeda de troca. É nessa época que a noção de emprego toma sua forma. O conceito de emprego é característico da Idade Contemporânea. Crise de 29 Idade contemporânea
Crise da Idade contemporânea
A Crise de 29, também chamada de Grande Depressão, foi a maior crise econômica da história dos Estados Unidos. No início do século XX, os norte-americanos viviam um período de grande desenvolvimento econômico. Um dos principais aspectos que explicam tal situação foi a Primeira Guerra Mundial, a qual abalou as economias dos países europeus, obrigando-os a mergulhar na onda dos produtos americanos.
A grande questão foi que no decorrer da década de 20, esses países já estavam recuperados economicamente. Desta forma, a compra dos produtos estadunidenses caiu drasticamente. Além disso, nos Estados Unidos, os salários dos trabalhadores eram baixos e insuficientes para acompanhar o enorme ritmo de produção. Tudo isso resultou em uma situação inevitável: havia muito produto para pouco mercado consumidor, ou seja, o que desencadeou a Crise de 29 foi a superprodução.
Assim, muitas empresas tiveram que estocar ou dar outras soluções para seus excessos de produção, resultando em significativos prejuízos e na demissão de muitas pessoas. Como grande parte dessas corporações tinha papéis vendidos na bolça de Nova York, não deu outra: em 24 de outubro de 1929, os preços das ações caíram drasticamente.
O que se via eram muitos querendo vender suas ações e ninguém querendo comprar, levando a uma verdadeira quebra (crash) da Bolsa de Nova York. Com isso, muitos investidores excessivamente ricos se tornaram pobres do dia para a noite. Para se ter uma idéia, mais de 12 milhões de norte-americanos ficaram desempregados.
A crise americana afetou seriamente grande parte do mundo, principalmente os países europeus e o Canadá, afinal, os Estados Unidos eram os maiores compradores de vários tipos de produtos. No Brasil, por exemplo, o preço do café caiu significativamente, uma vez que os americanos eram os principais consumidores da mercadoria. Entretanto, tal fato levou os cafeicultores brasileiros a investirem no setor industrial.
Os efeitos da Crise de 29 foram amenizados gradativamente por meio da política econômica do presidente americano Franklin Delano Roosevelt, conhecida como New Deal. Segundo o mesmo, o governo deveria intervir na economia, contrariando o princípio de que o mercado fosse capaz de se auto-regular. Assim, além de criar uma série de benefícios sociais, Roosevelt realizou a construção de grandes obras, como pontes, prédios públicos, hospitais, escolas, etc., as quais foram responsáveis pela diminuição significativa do desemprego nos Estados Unidos. Os efeitos da crise finalmente foram superados no início da década de 1940.
Conclusão
Nesse Contexto Mostramos um pouco sobre a Idade Contemporânea.
A Idade Contemporânea é um tempo histórico em aberto. Compreendendo o final do século XVIII até os dias atuais, a contemporaneidade atrai o interesse de muitas pessoas devido à emergência e o apelo que as questões históricas e filosóficas observadas neste período trazem à tona. O desenvolvimento do capitalismo e a ascensão dos valores de um mundo em “progresso ininterrupto” figuram importantes fatos e correntes de pensamento do século XIX. No último século, os problemas e transformações de um mundo globalizado fizeram desta época, conforme apontado pelo historiador Eric J. Hobsbawn, um século “breve”.
Biografia.
http://www.brasilescola.com/historiag/idade-contemporanea.htm
A maioria das fontes tiradas do Google e muitas feitas por nós ….
Profº:Ademir Luiz dos Santos
Grupo:Aline Schroeder,Giséli Panfi,l
Jaqueline Carvalho de Lima,
Veridiana Michéski
Cultura Contemporânea:
O trabalho
Introdução
Cultura Contemporânea
A cultura contemporânea, também chamada de pós-moderna, caracteriza-se pela flexibilização das fronteiras entre erudito e popular, tradição e novidade, cultura letrada e cultura oral, cultura regional e cultura global, cultura dominante e cultura dominada. Caracteriza-se também pela fragmentação entre múltiplas afiliações, preferências, papéis sociais, etnias, gêneros e assim por diante.
A cultura do livro, da leitura de um texto, que demanda um tempo de trabalho visando à compreensão das idéias do autor, um tempo emocional para entrar no universo aberto pela história e pela temática, vem sendo substituída pela cultura que se poderia chamar de audiovisual: em parte, uma cultura oral, passada de boca em boca, comentada em cada esquina, repetida por muitos; em parte, uma cultura visual, da imagem. Esse modo cultural contemporâneo é sustentado pelo entretenimento, pela publicidade, mas também pela moda, que oferece, com rapidez, aquilo que se poderia desejar sem demandar grandes esforços. Por exemplo, no videoclipe, o que importa é que nos entreguemos ao desfile de imagens e sons, às eventuais emoções que eles possam suscitar, sem precisar procurar um fio narrativo ou tentar estabelecer ligações de sentido entre letra, imagem e som.
A cultura do entretenimento, ao oferecer o mundo como espetáculo constante, a ser consumido e descartado a cada novo momento, propicia a falta de reflexão, a imitação de padrões às vezes inadequados às necessidades sociais do grupo ou pessoais, a confusão entre realidade e ficção. Como exemplo, podemos citar a eleição a cargos públicos de tantos profissionais do entretenimento, sejam eles cantores, atores de cinema, ou apresentadores de programas sensacionalistas de rádio ou de televisão, como o caso de Afanásio Jazadi (eleito deputado estadual por São Paulo em 1986) que se promoveu à custa de exibir o mundo do crime.
A publicidade também projeta, por meio de imagens e trilhas sonoras, aquilo que gostaríamos de ser, mesmo que não o sejamos. Sempre se pode usar o produto, em lugar da qualidade anunciada. E, nessa tarefa, a moda também ajuda a projetar a imagem que se faz de si mesmo ou que gostaríamos que os outros fizessem de nós. O que não se pode esquecer, entretanto, é que a imagem, apesar de mais concreta do que a palavra, é certamente mais ambígua, e seu sentido precisa ser interpretado com cuidado. A imagem se apresenta no espaço e pode ser percebida em um relance, em um instante. Entretanto, para que sua leitura seja mais completa e profunda, precisamos de tempo para analisá-la. Quais são os valores que a imagem projeta? Que elementos ali presentes compõem a mensagem? Como eles se articulam entre si, ou com os textos verbal e musical? O que dizem do contexto de produção? Como se ligam ao contexto de consumo?
A cultura contemporânea é plural, oferece inúmeras possibilidades de identificações diferentes, simultâneas ou não. Será ela, contudo, mais democrática? Ou será que só cria a ilusão de inclusão, de permissão de múltiplas escolhas? Devemos sempre nos lembrar que, para escolher livremente, precisamos conhecer as alternativas e o que elas significam em termos de direitos, deveres e conseqüências.
Trabalho ao longo dos anos
Ao longo da história da humanidade, variando com o nível cultural e com o estágio evolutivo de cada sociedade, o trabalho tem sido percebido de forma diferenciada.No começo dos tempos, o trabalho era a luta constante para sobreviver.
Na Antiguidade, não existia a noção de emprego. A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizador-escravo. Podemos tomar as três civilizações mais influentes de sua época e que influenciaram o Ocidente com sociedades escravistas, a epípcia, a grega e a romana. Nessa época, todo o trabalho era feito por escravos. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam por seus serviços. Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.
Na Idade Média também não havia a noção de emprego. A relação trabalhista da época era a relação senhor-servo. A servidão é diferente da escravidão, já que os servos são ligeiramente mais livres que os escravos. Um servo podia sair das terras do senhor de terras e ir para onde quisesse, desde que não tivesse dívidas a pagar para o senhor de terras. Na servidão, o servo não trabalha para receber uma remuneração, mas para ter o direito de morar nas terras do seu senhor. Também não existe qualquer vínculo contratual entre os dois, mesmo porque senhor e servo eram analfabetos.
Na Idade Moderna as coisas começam a mudar. Nessa época, existiam várias empresas familiares que vendiam uma pequena produção artesanal, todos os membros da família trabalhavam juntos para vender produtos nos mercados; não podemos falar de emprego nesse caso. Além das empresas familiares, havia oficinas com muitos aprendizes que recebiam moradia e alimentação em troca e, ocasionalmente, alguns trocados. É por essa época que começa a se esboçar o conceito de emprego.
Com o advento da Revolução Industrial, êxodo rural, concentração dos meios de produção, a maior parte da população não tinha nem ferramentas para trabalhar como artesãos. Sendo assim, restava às pessoas oferecer seu trabalho como moeda de troca. É nessa época que a noção de emprego toma sua forma. O conceito de emprego é característico da Idade Contemporânea. Crise de 29 Idade contemporânea
Crise da Idade contemporânea
A Crise de 29, também chamada de Grande Depressão, foi a maior crise econômica da história dos Estados Unidos. No início do século XX, os norte-americanos viviam um período de grande desenvolvimento econômico. Um dos principais aspectos que explicam tal situação foi a Primeira Guerra Mundial, a qual abalou as economias dos países europeus, obrigando-os a mergulhar na onda dos produtos americanos.
A grande questão foi que no decorrer da década de 20, esses países já estavam recuperados economicamente. Desta forma, a compra dos produtos estadunidenses caiu drasticamente. Além disso, nos Estados Unidos, os salários dos trabalhadores eram baixos e insuficientes para acompanhar o enorme ritmo de produção. Tudo isso resultou em uma situação inevitável: havia muito produto para pouco mercado consumidor, ou seja, o que desencadeou a Crise de 29 foi a superprodução.
Assim, muitas empresas tiveram que estocar ou dar outras soluções para seus excessos de produção, resultando em significativos prejuízos e na demissão de muitas pessoas. Como grande parte dessas corporações tinha papéis vendidos na bolça de Nova York, não deu outra: em 24 de outubro de 1929, os preços das ações caíram drasticamente.
O que se via eram muitos querendo vender suas ações e ninguém querendo comprar, levando a uma verdadeira quebra (crash) da Bolsa de Nova York. Com isso, muitos investidores excessivamente ricos se tornaram pobres do dia para a noite. Para se ter uma idéia, mais de 12 milhões de norte-americanos ficaram desempregados.
A crise americana afetou seriamente grande parte do mundo, principalmente os países europeus e o Canadá, afinal, os Estados Unidos eram os maiores compradores de vários tipos de produtos. No Brasil, por exemplo, o preço do café caiu significativamente, uma vez que os americanos eram os principais consumidores da mercadoria. Entretanto, tal fato levou os cafeicultores brasileiros a investirem no setor industrial.
Os efeitos da Crise de 29 foram amenizados gradativamente por meio da política econômica do presidente americano Franklin Delano Roosevelt, conhecida como New Deal. Segundo o mesmo, o governo deveria intervir na economia, contrariando o princípio de que o mercado fosse capaz de se auto-regular. Assim, além de criar uma série de benefícios sociais, Roosevelt realizou a construção de grandes obras, como pontes, prédios públicos, hospitais, escolas, etc., as quais foram responsáveis pela diminuição significativa do desemprego nos Estados Unidos. Os efeitos da crise finalmente foram superados no início da década de 1940.
Conclusão
Nesse Contexto Mostramos um pouco sobre a Idade Contemporânea.
A Idade Contemporânea é um tempo histórico em aberto. Compreendendo o final do século XVIII até os dias atuais, a contemporaneidade atrai o interesse de muitas pessoas devido à emergência e o apelo que as questões históricas e filosóficas observadas neste período trazem à tona. O desenvolvimento do capitalismo e a ascensão dos valores de um mundo em “progresso ininterrupto” figuram importantes fatos e correntes de pensamento do século XIX. No último século, os problemas e transformações de um mundo globalizado fizeram desta época, conforme apontado pelo historiador Eric J. Hobsbawn, um século “breve”.
Biografia.
http://www.brasilescola.com/historiag/idade-contemporanea.htm
A maioria das fontes tiradas do Google e muitas feitas por nós ….
O SER HUMANO SEGUNDO A CIÊNCIA
Dupla: Nadine Mireski e Ana Carolina Machado Massaneiro.
Professor: Ademir Luiz Santos
Série: 2ª |
Matéria : Filosofia
Resumo
As grandes revoluções da era moderna forão baseadas em três grandes nomes da ciência:
Copérnico, Darvin e Freud.
Essas três tiverãm consequências epistemológicas sobre a mitologia cientifica.
Isso aconteceu em diversas areas sobretudo:
ASTRONOMIA, FÍSICA, BIOLOGIA, PSICOLOGIA E e FILOSOFIA.
Exercerão uma influencia muito importante para o termo de nós mesmos, das relações sociais, e da nossa relação com todo o mundo.
É muito possivel que estejamos no inicio de uma nova revolução paradigmatica semelhantes (associadas) a dos três cientistas, uma revolução com rapido desenvolvimento das ciências cognitivas, e tudo isso em meados do século XX, não se deslunbram por completo permanece aberto a hipoteses altamente perturbadoras (estimulantes) poderão conduzir um melhor conhecimento de nós mesmos.
São hipoteses que convidam a prosseguir um caminho sem regresso.
Georges Vignaux, afirma:
"Podem ainda fazer crer aos cépticos , arreigados aos funcionamentos disciplinares classicos, que os estudos cognitivos não serão mais do que uma moda, uma etapa na reestruturação dos saberes. Isso não é verdade os confrontos visiveis, são tambem indices de numerosos intercâmbios invisiveis: estamos perante uma 'revolução' no sentido copernico, nas formulações dos nossos conhecimentos e dos nosso métodos."
O que se pode dizer é que o impacto desta nova revolução é bastante mais radical que dos das revoluções anteriores.
Pretende em certos aspectos englobalos em um mesmo tempo supera-lás em uma sintese nova e aberta a continuas e inesperadas novidades, sobre tudo trata-se de aspectos referentes as concepções tradicionais do ser humano, que continuãm a sofrer tranformações (radicais transformações), concepções constituintes de um movimento cultural e filosofico com inicio no renascimento. O fio condutor destas revoluções e o da naturalização completa do ser humano, o qual é convidado a descer do petestal da esfera sobrenatural, no qual penssava ter sido colocado por DEUS no ato de sua criação, lhe conferia uma natureza na qual lhe destingui de todos os demais seres criados, constituindo-o a uma criatura com uma alma espiritual que lhe assegurava a imortalidade.
O ser humano esta destinado a desaparecer da face da terra, dando lugar a novas gerações de seres vivos diferente, seres que poderão resultar em uma total simbiose (homem maquina), uma completa substituição do ser humano por maquinas super-inteligentes ou por uma nova espécie de mamiferos que conduza o desaparecimento da espécie homo sapiens.
Professor: Ademir Luiz Santos
Série: 2ª |
Matéria : Filosofia
Resumo
As grandes revoluções da era moderna forão baseadas em três grandes nomes da ciência:
Copérnico, Darvin e Freud.
Essas três tiverãm consequências epistemológicas sobre a mitologia cientifica.
Isso aconteceu em diversas areas sobretudo:
ASTRONOMIA, FÍSICA, BIOLOGIA, PSICOLOGIA E e FILOSOFIA.
Exercerão uma influencia muito importante para o termo de nós mesmos, das relações sociais, e da nossa relação com todo o mundo.
É muito possivel que estejamos no inicio de uma nova revolução paradigmatica semelhantes (associadas) a dos três cientistas, uma revolução com rapido desenvolvimento das ciências cognitivas, e tudo isso em meados do século XX, não se deslunbram por completo permanece aberto a hipoteses altamente perturbadoras (estimulantes) poderão conduzir um melhor conhecimento de nós mesmos.
São hipoteses que convidam a prosseguir um caminho sem regresso.
Georges Vignaux, afirma:
"Podem ainda fazer crer aos cépticos , arreigados aos funcionamentos disciplinares classicos, que os estudos cognitivos não serão mais do que uma moda, uma etapa na reestruturação dos saberes. Isso não é verdade os confrontos visiveis, são tambem indices de numerosos intercâmbios invisiveis: estamos perante uma 'revolução' no sentido copernico, nas formulações dos nossos conhecimentos e dos nosso métodos."
O que se pode dizer é que o impacto desta nova revolução é bastante mais radical que dos das revoluções anteriores.
Pretende em certos aspectos englobalos em um mesmo tempo supera-lás em uma sintese nova e aberta a continuas e inesperadas novidades, sobre tudo trata-se de aspectos referentes as concepções tradicionais do ser humano, que continuãm a sofrer tranformações (radicais transformações), concepções constituintes de um movimento cultural e filosofico com inicio no renascimento. O fio condutor destas revoluções e o da naturalização completa do ser humano, o qual é convidado a descer do petestal da esfera sobrenatural, no qual penssava ter sido colocado por DEUS no ato de sua criação, lhe conferia uma natureza na qual lhe destingui de todos os demais seres criados, constituindo-o a uma criatura com uma alma espiritual que lhe assegurava a imortalidade.
O ser humano esta destinado a desaparecer da face da terra, dando lugar a novas gerações de seres vivos diferente, seres que poderão resultar em uma total simbiose (homem maquina), uma completa substituição do ser humano por maquinas super-inteligentes ou por uma nova espécie de mamiferos que conduza o desaparecimento da espécie homo sapiens.
A VIDA E TESES DE ANAXIMANDRO DE MILETO
E.E.B.”ESTANISLAU SCHUMANN”
Prof.Ademir Luiz Dos Santos.
Alunas:Alessandra,Érica.
A VIDA DE ANAXIMANDRO DE MILETO
Anaximandro foi um geógráfo,matemático,astrônomo,politico, e filósofo pré-socrático; discípulo de Tales. Os relatos doxográficos nos dão conta de que escreveu um livro intitulado "Sobre a Natureza"; contudo, essa obra se perdeu.
Atribui-se a Anaximandro a confecção de um mapa do mundo habitado, a introdução na Grécia do uso do Gnômon (relógio solar) e a medição das distâncias entre as estrelas e o cálculo de sua magnitude (é o iniciador da astronomia grega).
Anaximandro acreditava que o princípio de tudo são coisas chamadas apéiron e arché, que apéiron é algo que não tenha vida, e arché que tenha vida, tanto no sentido quantitativo (externa e espacialmente), quanto no sentido qualitativo (internamente). Esse a-peiron é algo insurgido (não surgiu nunca, embora exista) e imortal.
Além de definir o princípio, Anaximandro se preocupa com os "comos e porquês" das coisas todas que saem do princípio.
Ele diz que o mundo é constituído de contrários, que se auto-excluem o tempo todo. O tempo é o "juiz" que permite que ora exista um, ora outro.
Por isso, o mundo surge de duas grandes injustiças: primeiro, da cisão dos opostos que "fere" a unidade do princípio; segundo, da luta entre os princípios onde sempre um deles quer tomar o lugar do outro para poder existir.
O universo de Anaximandro
Representação do possível mapa mundial de Anaximandro.
(Anaximandro considerava que a Terra tinha o formato de um cilindro e que era circundada por várias rodas cósmicas, imensas e cheias de fogo.
O Sol era um furo, numa dessas rodas cósmicas, que deixava o fogo escapar. À medida que essa roda girava, o Sol também girava, explicando-se assim o movimento do Sol em torno da Terra. Eclipses se deviam ao bloqueio total ou parcial desse furo.
A mesma explicação era dada para as fases da Lua), que também era um furo em outra roda cósmica. E finalmente, as estrelas eram pequenos furos em uma terceira roda cósmica, que se situava mais perto da Terra, do que as rodas do Sol e da Lua.
"Anaximandro, representa a passagem da simples designação de uma substância como princípio da natureza para uma idéia desta, mais aguda e profunda, que já aponta para os traços que irão caracterizá-la em toda a filosofia pré-socrática."
O Evolucionismo de Anaximandro
Já em seu tempo, Anaximandro ensinava a evolução das coisas e das espécies. Para ele, os animais nasceram do lodo marinho, e o homem teria se formado, no princípio, dentro de peixes, onde se desenvolveu e donde foi expulso logo que se tornou de tamanho suficiente para bastar-se a si próprio.
A Cosmologia de Anaximandro
Em seu livro - Física, o pensador Simplício nos relata: "Dentre os que afirmam que há um só princípio, móvel e ilimitado, Anaximandro, filho de Praxíades, de Mileto, sucessor e discípulo de Tales, disse que o a-peiron era o princípio e o elemento das coisas existentes. Foi o primeiro a introduzir o termo princípio. Diz que este não é a água nem algum dos chamados elementos, mas alguma natureza diferente, ilimitada, e dela nascem os céus e os mundos neles contidos
CONCLUSÃO
Anaximandro foi um geógráfo,matemático,astrônomo,politico, e filósofo pré-socrático; filho de Praxíades, de Mileto, sucessor e discípulo de Tales, Anaximandro acreditava que o princípio de tudo são coisas chamadas apéiron (não limitado) e arché (limitado), que apéiron é algo que não tenha vida, e arché que tenha vida
Além de definir o princípio, Anaximandro se preocupa com os "comos e porquês" das coisas todas que saem do princípio.
(Anaximandro considerava que a Terra tinha o formato de um cilindro e que era circundada por várias rodas cósmicas, imensas e cheias de fogo.
O Sol era um furo, numa dessas rodas cósmicas, que deixava o fogo escapar. À medida que essa roda girava, o Sol também girava, explicando-se assim o movimento do Sol em torno da Terra. Eclipses se deviam ao bloqueio total ou parcial desse furo. A mesma explicação era dada para as fases da Lua)
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandro
Prof.Ademir Luiz Dos Santos.
Alunas:Alessandra,Érica.
A VIDA DE ANAXIMANDRO DE MILETO
Anaximandro foi um geógráfo,matemático,astrônomo,politico, e filósofo pré-socrático; discípulo de Tales. Os relatos doxográficos nos dão conta de que escreveu um livro intitulado "Sobre a Natureza"; contudo, essa obra se perdeu.
Atribui-se a Anaximandro a confecção de um mapa do mundo habitado, a introdução na Grécia do uso do Gnômon (relógio solar) e a medição das distâncias entre as estrelas e o cálculo de sua magnitude (é o iniciador da astronomia grega).
Anaximandro acreditava que o princípio de tudo são coisas chamadas apéiron e arché, que apéiron é algo que não tenha vida, e arché que tenha vida, tanto no sentido quantitativo (externa e espacialmente), quanto no sentido qualitativo (internamente). Esse a-peiron é algo insurgido (não surgiu nunca, embora exista) e imortal.
Além de definir o princípio, Anaximandro se preocupa com os "comos e porquês" das coisas todas que saem do princípio.
Ele diz que o mundo é constituído de contrários, que se auto-excluem o tempo todo. O tempo é o "juiz" que permite que ora exista um, ora outro.
Por isso, o mundo surge de duas grandes injustiças: primeiro, da cisão dos opostos que "fere" a unidade do princípio; segundo, da luta entre os princípios onde sempre um deles quer tomar o lugar do outro para poder existir.
O universo de Anaximandro
Representação do possível mapa mundial de Anaximandro.
(Anaximandro considerava que a Terra tinha o formato de um cilindro e que era circundada por várias rodas cósmicas, imensas e cheias de fogo.
O Sol era um furo, numa dessas rodas cósmicas, que deixava o fogo escapar. À medida que essa roda girava, o Sol também girava, explicando-se assim o movimento do Sol em torno da Terra. Eclipses se deviam ao bloqueio total ou parcial desse furo.
A mesma explicação era dada para as fases da Lua), que também era um furo em outra roda cósmica. E finalmente, as estrelas eram pequenos furos em uma terceira roda cósmica, que se situava mais perto da Terra, do que as rodas do Sol e da Lua.
"Anaximandro, representa a passagem da simples designação de uma substância como princípio da natureza para uma idéia desta, mais aguda e profunda, que já aponta para os traços que irão caracterizá-la em toda a filosofia pré-socrática."
O Evolucionismo de Anaximandro
Já em seu tempo, Anaximandro ensinava a evolução das coisas e das espécies. Para ele, os animais nasceram do lodo marinho, e o homem teria se formado, no princípio, dentro de peixes, onde se desenvolveu e donde foi expulso logo que se tornou de tamanho suficiente para bastar-se a si próprio.
A Cosmologia de Anaximandro
Em seu livro - Física, o pensador Simplício nos relata: "Dentre os que afirmam que há um só princípio, móvel e ilimitado, Anaximandro, filho de Praxíades, de Mileto, sucessor e discípulo de Tales, disse que o a-peiron era o princípio e o elemento das coisas existentes. Foi o primeiro a introduzir o termo princípio. Diz que este não é a água nem algum dos chamados elementos, mas alguma natureza diferente, ilimitada, e dela nascem os céus e os mundos neles contidos
CONCLUSÃO
Anaximandro foi um geógráfo,matemático,astrônomo,politico, e filósofo pré-socrático; filho de Praxíades, de Mileto, sucessor e discípulo de Tales, Anaximandro acreditava que o princípio de tudo são coisas chamadas apéiron (não limitado) e arché (limitado), que apéiron é algo que não tenha vida, e arché que tenha vida
Além de definir o princípio, Anaximandro se preocupa com os "comos e porquês" das coisas todas que saem do princípio.
(Anaximandro considerava que a Terra tinha o formato de um cilindro e que era circundada por várias rodas cósmicas, imensas e cheias de fogo.
O Sol era um furo, numa dessas rodas cósmicas, que deixava o fogo escapar. À medida que essa roda girava, o Sol também girava, explicando-se assim o movimento do Sol em torno da Terra. Eclipses se deviam ao bloqueio total ou parcial desse furo. A mesma explicação era dada para as fases da Lua)
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandro
O QUE É CULTURA GREGA?
E.E.B. “ Estanislau Schumann”
Ana Carolina Corrêa da Maia
Débora Damaso da Silveira
Ronaldo L. Baumgarten
Marielen S. Pereira
Ademir L. dos Santos
Filosofia
2ªI
INTRODUÇÃO
A Grécia Antiga é considerada pelos historiadores como uma civilização de grande esplendor cultural. Os gregos desenvolveram a filosofia, as artes, a tecnologia, os esportes e muito mais. Tamanha era a importância desta cultura, que os romanos, ao invadir a Península Balcânica, não resistiram e beberam nesta esplendida fonte cultural. Neste trabalho vamos apresentar um pouco desta arte esplendida. Vejamos os principais elementos da arte grega.
CULTURA GREGA
As artes
ARQUITETURA
As edificações que despertaram maior interesse são os templos. A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico de entrada e o dos fundos. O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas. As colunas sustentavam um entablamento horizontal formado por três partes: a arquitrave, o friso e a cornija. As colunas e entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica, jônica e coríntia.
- Ordem Dórica - era simples e maciça. O fuste da coluna era monolítico e grosso. O capitel era uma almofada de pedra. Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento. Sendo a mais antiga das ordens arquitetônicas gregas, a ordem dórica, por sua simplicidade e severidade, empresta uma idéia de solidez e imponência
- Ordem Jônica - representava a graça e o feminino. A coluna apresentava fuste mais delgado e não se firmava diretamente sobre o estilóbata, mas sobre uma base decorada. O capitel era formado por duas espirais unidas por duas curvas. A ordem dórica traduz a forma do homem e a ordem jônica traduz a forma da mulher.
- Ordem Coríntia - o capitel era formado com folhas de acanto e quatro espirais simétricas, muito usado no lugar do capitel jônico, de um modo a variar e enriquecer aquela ordem. Sugere luxo e ostentação.
Os principais monumentos da arquitetura grega:
Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides homenageavam as mulheres de Cária.
Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita.
Ginásios, edifícios destinados à cultura física.
Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles; filosofia.
PINTURA
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados:
- Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
- Hidra - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
- Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.
As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega. O maior pintor de figuras negras foi Exéquias.
A pintura grega se divide em três grupos:
figuras negras sobre o fundo vermelho;
figuras vermelhas sobre o fundo negro;
figuras vermelhas sobre o fundo branco;
ESCULTURA
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homem. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento.
No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de homens. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: homem jovem).
No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas.
Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
Os principais mestres da escultura clássica grega são:
- Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino.
- Policleto, autor de Doríforo - condutor da lança, criou padrões de beleza e equilíbrio através do tamanho das estátuas que deveriam ter sete vezes e meia o tamanho da cabeça.
- Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia. Realizou toda a decoração em baixos-relevos do templo Partenon: as esculturas dos frontões, métopas e frisos.
- Lisipo, representava os homens “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeças.
- Miron, autor do Discóbolo - homem arremessando o disco.
Para seu conhecimento:
Mitologia: Zeus: senhor dos céus; Atenéia: deusa da guerra; Afrodite: deusa do amor; Apolo: deus das artes e da beleza; Posseidon: deus das águas; entre outros.
Olimpíadas: Realizavam-se em Olímpia, cada 4 anos, em honra a Zeus. Os primeiros jogos começaram em 776 a.C. As festas olímpicas serviam de base para marcar o tempo.
Teatro: Foi criada a comédia e a tragédia. Entre as mais famosas: Édipo Rei de Sófocles.
Música: Significa a arte das musas, entre os gregos a lira era o instrumento nacional.
CONCLUSÃO
A Grécia fez importantes contribuições principalmente ao campo da arte: seus escultores e arquitetos, poetas e dramaturgos, filósofos, etc lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental.
A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo homem, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia.
REFERENCIA BIBLIOGRAFIA
Livros:
A Arte Grega - Coleção Saber Ver
Autor: Bendala, Manuel
Editora: Martins Editora
Sites:
www.suapesquisa.com.br
www.brasilescola.com
www.uoleducação.com
www.historiadaarte.com.br
Ana Carolina Corrêa da Maia
Débora Damaso da Silveira
Ronaldo L. Baumgarten
Marielen S. Pereira
Ademir L. dos Santos
Filosofia
2ªI
INTRODUÇÃO
A Grécia Antiga é considerada pelos historiadores como uma civilização de grande esplendor cultural. Os gregos desenvolveram a filosofia, as artes, a tecnologia, os esportes e muito mais. Tamanha era a importância desta cultura, que os romanos, ao invadir a Península Balcânica, não resistiram e beberam nesta esplendida fonte cultural. Neste trabalho vamos apresentar um pouco desta arte esplendida. Vejamos os principais elementos da arte grega.
CULTURA GREGA
As artes
ARQUITETURA
As edificações que despertaram maior interesse são os templos. A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico de entrada e o dos fundos. O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas. As colunas sustentavam um entablamento horizontal formado por três partes: a arquitrave, o friso e a cornija. As colunas e entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica, jônica e coríntia.
- Ordem Dórica - era simples e maciça. O fuste da coluna era monolítico e grosso. O capitel era uma almofada de pedra. Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento. Sendo a mais antiga das ordens arquitetônicas gregas, a ordem dórica, por sua simplicidade e severidade, empresta uma idéia de solidez e imponência
- Ordem Jônica - representava a graça e o feminino. A coluna apresentava fuste mais delgado e não se firmava diretamente sobre o estilóbata, mas sobre uma base decorada. O capitel era formado por duas espirais unidas por duas curvas. A ordem dórica traduz a forma do homem e a ordem jônica traduz a forma da mulher.
- Ordem Coríntia - o capitel era formado com folhas de acanto e quatro espirais simétricas, muito usado no lugar do capitel jônico, de um modo a variar e enriquecer aquela ordem. Sugere luxo e ostentação.
Os principais monumentos da arquitetura grega:
Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides homenageavam as mulheres de Cária.
Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita.
Ginásios, edifícios destinados à cultura física.
Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles; filosofia.
PINTURA
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados:
- Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
- Hidra - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
- Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.
As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega. O maior pintor de figuras negras foi Exéquias.
A pintura grega se divide em três grupos:
figuras negras sobre o fundo vermelho;
figuras vermelhas sobre o fundo negro;
figuras vermelhas sobre o fundo branco;
ESCULTURA
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homem. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento.
No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de homens. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: homem jovem).
No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas.
Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
Os principais mestres da escultura clássica grega são:
- Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino.
- Policleto, autor de Doríforo - condutor da lança, criou padrões de beleza e equilíbrio através do tamanho das estátuas que deveriam ter sete vezes e meia o tamanho da cabeça.
- Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia. Realizou toda a decoração em baixos-relevos do templo Partenon: as esculturas dos frontões, métopas e frisos.
- Lisipo, representava os homens “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeças.
- Miron, autor do Discóbolo - homem arremessando o disco.
Para seu conhecimento:
Mitologia: Zeus: senhor dos céus; Atenéia: deusa da guerra; Afrodite: deusa do amor; Apolo: deus das artes e da beleza; Posseidon: deus das águas; entre outros.
Olimpíadas: Realizavam-se em Olímpia, cada 4 anos, em honra a Zeus. Os primeiros jogos começaram em 776 a.C. As festas olímpicas serviam de base para marcar o tempo.
Teatro: Foi criada a comédia e a tragédia. Entre as mais famosas: Édipo Rei de Sófocles.
Música: Significa a arte das musas, entre os gregos a lira era o instrumento nacional.
CONCLUSÃO
A Grécia fez importantes contribuições principalmente ao campo da arte: seus escultores e arquitetos, poetas e dramaturgos, filósofos, etc lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental.
A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo homem, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia.
REFERENCIA BIBLIOGRAFIA
Livros:
A Arte Grega - Coleção Saber Ver
Autor: Bendala, Manuel
Editora: Martins Editora
Sites:
www.suapesquisa.com.br
www.brasilescola.com
www.uoleducação.com
www.historiadaarte.com.br
O QUE É POLÍTICA
E. E. B. IRMÃ MARIA FELICITAS
O QUE É POLÍTICA
Onde há gente; há política. Toda comunidade –local regional ou nacional- é organizada em torno de objetivos. Nascemos em uma sociedade politicamente organizada. Fazemos política em casa, ao diminuirmos os gastos com energia elétrica; na escola, convencendo o colega bagunceiro de que está incomodando o resto da turma; no trabalho quando procuramos fazer uma divisão mais justa de tarefas. Não há motivos para descrer na política, mas sim, nos maus políticos. O cidadão que se omite transfere a outros seu direito de atuar politicamente. A constituição prevê a participação direta dos eleitores na discussão de temas importantes da política, por meio de consultas populares em que todos podem votar. Grande parte das decisões políticas é tomada por pessoas que elegemos para nos governar e fazer as leis que regulam a vida social. Nossos representantes devem colocar os interesses coletivos acima de seus interesses pessoais e, também, acima das expectativas e pressões de grupos localizados. A política deve ser uma atividade voltada para o bem comum.
O que é “Bem comum”: É o interesse publico coletivo, e só pode ser defendido por todos, de forma não direcionada. O responsável pela preservação do interesse público? Somos todos nós.
Um texto famoso do poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht faz a gente pensar na importância da participação política...
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha dependem de decisões políticas. O analfabeto político estufa o peito dizendo que odeia a política. Sabe que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais”
A Política também faz parte do nosso cotidiano, política não é coisa só de político. Nossa participação é decisiva, desde nas pequenas coisas que nos atingem no dia a dia, até nas importantes decisões que o governo vai tomar e que são de interesse geral.
Eu Maiara Engel aluna da escola E.E.B IRMÃ MARIA FELÍCITAS autorizo colocar o meu trabalho no blog.
O QUE É POLÍTICA
Onde há gente; há política. Toda comunidade –local regional ou nacional- é organizada em torno de objetivos. Nascemos em uma sociedade politicamente organizada. Fazemos política em casa, ao diminuirmos os gastos com energia elétrica; na escola, convencendo o colega bagunceiro de que está incomodando o resto da turma; no trabalho quando procuramos fazer uma divisão mais justa de tarefas. Não há motivos para descrer na política, mas sim, nos maus políticos. O cidadão que se omite transfere a outros seu direito de atuar politicamente. A constituição prevê a participação direta dos eleitores na discussão de temas importantes da política, por meio de consultas populares em que todos podem votar. Grande parte das decisões políticas é tomada por pessoas que elegemos para nos governar e fazer as leis que regulam a vida social. Nossos representantes devem colocar os interesses coletivos acima de seus interesses pessoais e, também, acima das expectativas e pressões de grupos localizados. A política deve ser uma atividade voltada para o bem comum.
O que é “Bem comum”: É o interesse publico coletivo, e só pode ser defendido por todos, de forma não direcionada. O responsável pela preservação do interesse público? Somos todos nós.
Um texto famoso do poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht faz a gente pensar na importância da participação política...
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha dependem de decisões políticas. O analfabeto político estufa o peito dizendo que odeia a política. Sabe que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais”
A Política também faz parte do nosso cotidiano, política não é coisa só de político. Nossa participação é decisiva, desde nas pequenas coisas que nos atingem no dia a dia, até nas importantes decisões que o governo vai tomar e que são de interesse geral.
Eu Maiara Engel aluna da escola E.E.B IRMÃ MARIA FELÍCITAS autorizo colocar o meu trabalho no blog.
O que é Fraternidade?
Escola de Educação Básica Estanislau Schumann
Angelo Dreher
Luana Dranka
Fabiane Colaço
Prof. Ademir Luiz dos Santos
Intrdução
Esse trabalho ira decorrer falando sobre varios aspectos da fraternidade, como por exemplo o que significa,e o que ela nos traz para nossa vida racional e significativa.
A fraternidade é um conceito filosofico profundamente ligado às ideias de liberdade e igualdade e com os quais forma o tripé que caracterizou grande parte do pensamento revolucionário francês. Vale lembrar que dos três, foi o único que não esteve no lema luminista, que era "Liberdade, Igualdade e progresso”.
Farternidade
A idéia de fraternidade estabelece que o homem, como animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
A fraternidade é expressa no primeiro artigo da Declaração universal dos direitos do homem quando ela afirma que todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
A palavra é eventualmente confundida com a expressão caridade e solidariedade, embora elas tenham significados radicalmente diferentes. A fraternidade expressa a dignidade de todos os homens, considerados iguais e assegura-lhes plenos direitos (sociais, políticos e individuais).
Há alusões históricas de que a Maçonaria participou efetivamente da revolução Francesa, Malapert, orador do Supremo Conselho da França, escreveu em 1874, na revista La Chaine d´Union, " Para a prática da vida, procuramos uma formula capaz de reunir todas as condições desejáveis:“Liberté, Egalité, Fraternité” (“Liberdade, Igualdade, Fraternidade”). é a que melhor corresponde às aspirações dos maçons". Que foram aceitas por todas as Lojas e os grandes homens da Revolução, maçons em grande parte, adotaram-na para divisa da República Francesa.
A ideia de afecto, união, carinho ou parentesco entre irmãos estava presente na palavra correspondente no grego comum do primeiro século - adelfótes. Segundo o apóstolo Pedro era o tipo de união que identifica os verdadeiros cristãos.
O que significa a palavra Fraternidade?
Parentesco entre irmãos; união fraternal; convivência como de irmãos de sangue; amor ao próximo; harmonia e camaradagem, isto que encontramos nos dicionários, é o significado da palavra Fraternidade, embora sabemos que as pessoas fundam ou se organizam em Fraternidades com objetivos materiais, religiosos, culturais, sociais e etc.E o que esta escrito nos dicionarios.
Mas a palavra Fraternidade significa a união de seres, que possuem o mesmo objetivo, sendo que para atingi-lo, não percorrem nem sempre o mesmo caminho, mas juntos trocam conhecimentos para o bem geral, em nosso caso, tratando-se como irmãos na luz, buscando o bem estar pessoal e geral.
ASSIM PODEMOS DIZER QUE FRATERNIDADE SÓ SIGNIFICA UMA COISA
AMOR
Por que é o amor que move o mundo em si é o companheirismo é tambem a ética e a moral.
Referencias bibliograficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fraternidade
www.eusouluz.iet.pro.br/afraternidade.htm
www.ceismael.com.br/artigo/fraternidade.htm
Angelo Dreher
Luana Dranka
Fabiane Colaço
Prof. Ademir Luiz dos Santos
Intrdução
Esse trabalho ira decorrer falando sobre varios aspectos da fraternidade, como por exemplo o que significa,e o que ela nos traz para nossa vida racional e significativa.
A fraternidade é um conceito filosofico profundamente ligado às ideias de liberdade e igualdade e com os quais forma o tripé que caracterizou grande parte do pensamento revolucionário francês. Vale lembrar que dos três, foi o único que não esteve no lema luminista, que era "Liberdade, Igualdade e progresso”.
Farternidade
A idéia de fraternidade estabelece que o homem, como animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
A fraternidade é expressa no primeiro artigo da Declaração universal dos direitos do homem quando ela afirma que todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
A palavra é eventualmente confundida com a expressão caridade e solidariedade, embora elas tenham significados radicalmente diferentes. A fraternidade expressa a dignidade de todos os homens, considerados iguais e assegura-lhes plenos direitos (sociais, políticos e individuais).
Há alusões históricas de que a Maçonaria participou efetivamente da revolução Francesa, Malapert, orador do Supremo Conselho da França, escreveu em 1874, na revista La Chaine d´Union, " Para a prática da vida, procuramos uma formula capaz de reunir todas as condições desejáveis:“Liberté, Egalité, Fraternité” (“Liberdade, Igualdade, Fraternidade”). é a que melhor corresponde às aspirações dos maçons". Que foram aceitas por todas as Lojas e os grandes homens da Revolução, maçons em grande parte, adotaram-na para divisa da República Francesa.
A ideia de afecto, união, carinho ou parentesco entre irmãos estava presente na palavra correspondente no grego comum do primeiro século - adelfótes. Segundo o apóstolo Pedro era o tipo de união que identifica os verdadeiros cristãos.
O que significa a palavra Fraternidade?
Parentesco entre irmãos; união fraternal; convivência como de irmãos de sangue; amor ao próximo; harmonia e camaradagem, isto que encontramos nos dicionários, é o significado da palavra Fraternidade, embora sabemos que as pessoas fundam ou se organizam em Fraternidades com objetivos materiais, religiosos, culturais, sociais e etc.E o que esta escrito nos dicionarios.
Mas a palavra Fraternidade significa a união de seres, que possuem o mesmo objetivo, sendo que para atingi-lo, não percorrem nem sempre o mesmo caminho, mas juntos trocam conhecimentos para o bem geral, em nosso caso, tratando-se como irmãos na luz, buscando o bem estar pessoal e geral.
ASSIM PODEMOS DIZER QUE FRATERNIDADE SÓ SIGNIFICA UMA COISA
AMOR
Por que é o amor que move o mundo em si é o companheirismo é tambem a ética e a moral.
Referencias bibliograficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fraternidade
www.eusouluz.iet.pro.br/afraternidade.htm
www.ceismael.com.br/artigo/fraternidade.htm
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